Conheça o Enriquecimento ambiental para cães e gatos
por Cachorro Gato
Com isso, uma parte considerável dos cães que tem energia de sobra e fica restrito ao espaço de um apê pode acabar desenvolvendo uma série de problemas físicos e até psicológicos, que incluem desde a falta de apetite até a depressão. Mas esse tipo de complicação parece ter encontrado uma alternativa de solução, e o enriquecimento ambiental tem sido cada vez mais usado para evitar o tédio, a solidão e uma série de questões comportamentais que podem surgir em função da convivência de cães em locais pequenos e em que passam boa parte do dia sem companhia alguma.
Tendo o aumento das opções de atividades e desafios (para que o cão ocupe o seu tempo) como objetivo principal, esse enriquecimento de ambiente é feito usando cinco fatores diferentes como base, incentivando o entretenimento do animal enquanto o seu tutor não está em casa e, consequentemente, menos possibilidades de que o pet desenvolva qualquer tipo de questão comportamental.
Conforme citado, esse tipo de mudança pode ser feito em cinco diferentes âmbitos para que o animal melhore sua capacidade mental e física, sem a necessidade de destruir os móveis de casa para passar o tempo enquanto sua dona não chega:
- Alimentar: O dono do pet dificulta o acesso ao alimento por meio de ferramentas que tornam a busca por ele mais divertida, obrigando o animal a sair da rotina e a superar desafios divertidos para comer.
- Sensorial: Neste caso, o incentivo ao animal é feito por meio de objetos que estimulem os seus cinco sentidos e, portanto, mudanças no piso, na luz e na disposição os móveis da casa podem ser mudanças válidas.
- Cognitivo: O uso de jogos especialmente desenvolvidos para cães é a base, e o animal exercita sua capacidade mental por meio das brincadeiras, que tem diferentes níveis de dificuldade.
- Físico: Considerada a técnica mais simples e eficaz de se botar em prática, a mudança física que promove o enriquecimento do ambiente propõe que os móveis e itens do lar sejam modificados, promovendo ‘tocas’, esconderijos, obstáculos, locais novos para pular, brincar e explorar.
Fonte:Por Priscila Franco - Matéria validada pela Dra. Raquel Madi (CRMV – SP 20.567), Médica Veterinária

Comentários
Postar um comentário