DF: Primeiros animais são castrados na apresentação do Castra Móvel



Objetivo é castrar 70% da população animal de cada região administrativa



 
Um cachorro e um gato passaram pelo procedimento neste domingo (23/03) Hmenon Oliveira/Agência Brasília
O lançamento do Castra Móvel reuniu dezenas de pessoas, acompanhadas dos seus cães e gatos, neste domingo (23/03). Durante a apresentação da primeira carreta veterinária do DF à população, dois animais passaram pelo procedimento cirúrgico.
— A (gata) Safira é filha de outra gata que resgatamos na pista do Colorado e o (cachorro) Fubá foi colocado na porta da nossa casa bem magro, maltratado e cheio de pulgas — afirmou a dona dos animais Ithana Souza, 22 anos.
Ela e o marido são defensores dos animais e criam 12 cães e gatos vítimas de abandono e maus tratos.
Segundo o subsecretário de Saúde Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente, Luiz Maranhão, o evento aconteceu para apresentar o Castra Móvel, demonstrar como os serviços serão prestados e cadastrar os animais.
— O objetivo é castrar 70% da população animal de cada região administrativa. Os animais de pessoas inscritas em programas sociais, de ONG's e abrigos de proteção dos animais terão prioridade nos atendimento.
— Estamos muito felizes por conseguir realizar mais esse projeto. O primeiro Hospital Veterinário do DF já está em obras e o Castra Móvel vem para completar esse sistema de atenção aos animais domésticos que fazem parte da nossa família — comemorou o secretário de Meio Ambiente, Eduardo Brandão.
Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, após o levantamento da necessidade de cada região administrativa, os animais começaram a ser castrados. Poderão passar pelo procedimento cães e gatos com mais de 2 meses de idade.
— É um procedimento simples e minimamente evasivo, demora de 5 a 10 minutos e não precisa de internação, devendo retornar apenas para tirar os pontos, depois de 10 dias — explicou a veterinária do Ibram (Instituto Brasília Ambiental), Ana Junqueira.
No local, também foram distribuídas coleiras repelentes Scalilbor, usada no combate à Leishmaniose. A doação foi feita pela Proanima (Associação Protetora dos Animais do DF), que orientou os participantes sobre a forma correta de usar o repelente.



Fonte:  Da Agência Brasília

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